Pokespertar!
Obs: Esse é um artigo de humor satirizando Mago, O despertar. Se você não quer ter sua visão romântica do sistema destruída ou se é um daqueles fresquinhos que vai perder a vontade de jogar após ler um texto de zoação, não leia. É sério.

Você queria jogar pokémon, mas o seu grupo preferiu jogar Mago, O Despertar? Você queria poder ficar horas no matinho caçando ratatas lvl 2 e pidgeys selvagens mas o seu grupo preferiu combater Profetas do Trono? Você sonhou em ser o número 01 e um grande mestre pokémon, mas seu grupo simplesmente quis alcançar o status de Exarca? Seu problemas se acabaram-se!
Chegou o Pokespertar. Porque? Porque “we can”.
Seu Personagem
Mago? Quem está jogando com Mago aqui? Você está jogando com um treinador de pokémons. Lembre-se disso. Você acabara de fazer 12 anos, e disse para a sua mãe que vai sair em busca de novas aventuras em sua jornada Pokémon. E, claro, ela aceitou numa boa, com direito a choro de despedida. Mas, infelizmente, parece que o resto do seu grupo é um pouco insano. Eles insistem em falar que estão em um lugar chamado “Terra”, onde coisas pavorosas existem, como Lobisomens e Vampiros, e onde também eles podem fazer coisas bizarras acontecerem. Claro, claro. Eles são “super-poderosos”. Não são muitos fortes o bastante para encarar uma jornada pokémon e o mundo como ele realmente é. Infelizmente, parece que seus amigos treinadores não são tão fortes como você…
Escolha, dentre as listas de pertubações a seguir, aquelas que se adequem mais ao seu “Ash” do mundo decaído.
- Megalomania (Quero ser o melhor de todos, um mestre pokémon…)
- Complexo de Inferiodidade (…Mas o Gary é melhor =/)
- Vocalização (Pikachu, eu escolho você! Choque do trovão!)
- Esquizofrenia (Nova York? Não conheço. Fica perto de Viridian?)
- Paranóia (Eu vejo a Equipe a Rocket me seguindo. Todo o tempo)

Além disso, você pode interpretar as virtudes e vícios de forma mais “pokémon”. A Esperança (provável virtude de Ash) nunca o fará desistir de uma batalha, por mais perdida que ela pareça. A Luxúria (provável vício de Brock) fará você prestar mais atenção nos seios das guardas Jennys e enfermeiras Joy que achar pelo caminho (ou na bunda de James, afinal, quem é que vai saber qual é a sua opção sexual??).
Gotta Cath ‘em All! Pokémon!
O que seria de um treinador pokémon sem os seus pokémons? Mas… o quê? Aqueles seus amigos bizarros e doidinhos falam que pokémons não são seres existentes, mas sim tirados de um desenho que possui o mesmo nome????? Agora eles já foram longe demais. Sim, não escute o que os outros dizem. Você pode ter pokemóns REAIS! Com a ajuda de Vida 5 (e, se possível, o clássico Fantasia para facilitar a parada de dados…), tudo pode ser possível.
Fabrique os seus pokémons do nada, ou modifique um animal existente. Você pode pokevoluir um animal ao status de pokémon. Um rato, para um pikachu. Uma tartaruga para um squirtle. Uma salamandra para um chamander e um sapo para um Bubassauro. Use a sua imaginação de jogador, e o céu (e a liga kanto) é o limite!
Com vida 6+ (e alguns pontinhos de mana…) você pode lançar o feitiço Fantasia com a duração indefinida. Como sugestão, faça um ritual (feitiço prolongado) beeeem demorado para cada pokémon, de forma que você acumule bastante sucessos, o que aumentará a poténcia do feitiço de forma considerável e o protegerá da Incredulidade (e de outras formas de revogação).

Para as pokebolas, utilize o seguinte: Clássico Reino de Bolso, Espaço 4 + Vida 5 (para criar o efeito místico de suporta à vida). Se quiser, e se o mestre permitir, faça um feitiço conjuncional com “Portal” para poder retirar e colocar os pokemons na pokébola sempre que der vontade. É aconselhável ter círculos a mais nos arcanos usados para poder usar o feitiço com o fator tempo indefinido. Dê uma olhadinha também em “Imbuir objetos”, um clássico de primórdio 3, para resolver o incômodo probleminha do limite de feitiços ativos, bem como para determinar um gatilho para o uso da pokebola (pikachu, eu escolho você!).
“Profeta do Trono: Estranha espécie de pokémon tipo Sombra que vive em meio urbano. É conhecida por sem bem agressiva e fanática quanto as próprias crenças”.
O que seria de um treinador pokémon sem a sua Pokédex para guiá-lo em sua incrível jornada até os reinos supernos a liga pokémon e combater os exarcas a Elite Four? Para isso, você pode pedir ao professor Carvalho mais próximo de seu oratório, ou então criar a sua própria pokedex.
Uma das opções é utilizar o clássico de Mente 5, “Gênesis Psiquíca”, para criar uma Inteligência articial em algum aparelho de sua preferência (palmtop, iPhone, Agenda Eletrônica, iPad, Galaxy, etc). É aconselhável ter um nível maior de maestria em mente para poder lançar o feitiço com duração indefinida, pelos mesmos motivos explicados no Clássico. Como hoje em dia não é fora da realidade a existência de I.A. em aparelhos recentes, ou APP bem inteligentes (como um que funciona como pokedex e que você baixou no Market do Android…), converse com o seu mestre e peça para que essa aplicação de Gênesis Psiquíca passe de Vulgar a Improvável (ou até mesmo velado, evitando incredulidade e paradoxo).

Outra opção é criar um Espírito com o clássico “Modelar Espíritos” (Espíritos 5), para criar um Espírito Pokedex ou modificar um já existente. Não é necessário que o espírito tenha posto acima de 1, e seu campo de influência deverá ser, óbvio, pokémon. Como “Modelar Espíritos” usa fator de duração avançado, fica mais tranquilo tornar a sua nova agenda permanente. Uma vez criado o espírito, você precisa agora materializá-lo, criando a correspondência física para ele, ou seja, o seu receptáculo, ou simplesmente criar um item mágico com o Espírito.
Após criada, você pode começar a ensinar sobre o maravilhoso e incrível mundo pokémon para a sua nova pokedex, ou simplesmente baixar as informações da internet, já que como treinador iniciante você não vai saber de MUITA coisa.
É isso aí, agora você já está pronto para seguir jornada!
Vai lá, campeão, e traga aquelas insígnias para casa!
15 de fevereiro de 2012 às 8:54 am
Doido, mas com ótimas oportunidades de interpretação.